Embora o terrorismo doméstico seja uma questão emergente, a Lei Antiterrorismo e o Código Penal permitem enquadrar atos violentos que busquem intimidar a população. Investigações mais sofisticadas, cooperação internacional e monitoramento de redes sociais estão entre as novas abordagens.
A tendência é usar técnicas de inteligência e prevenção, identificando grupos antes que os atos ocorram. Por exemplo, se a polícia detecta indivíduos planejando ataques contra infraestruturas, pode agir preventivamente, evitando tragédias e garantindo a segurança pública.