INSS e burnout: o esgotamento profissional pode garantir aposentadoria?

Introdução: O burnout te derrubou – e o INSS te levanta?
Em 2025, o esgotamento profissional, ou burnout, é uma realidade para milhões de trabalhadores. Mas será que esse colapso mental pode abrir as portas para uma aposentadoria ou benefício do INSS? Neste artigo, desvendamos a lei, trazemos um exemplo prático e mostramos como transformar esse peso em alívio.

O que a lei diz sobre burnout e INSS?
O artigo 42 da Lei 8.213/1991 concede aposentadoria por invalidez por incapacidade total e permanente, e o artigo 59 cobre auxílio-doença. Desde 2022, o burnout é doença ocupacional (CID-11, QD85), e o STJ, em 2024 (REsp 2.145.678), aceitou como causa de benefício. Seu sofrimento tem respaldo legal!

O caso da Fernanda: do esgotamento à vitória
Fernanda, 38 anos, gerente de vendas, entrou em colapso em 2023 com burnout: ansiedade, insônia e pânico. Com laudos psiquiátricos e provas de pressão no trabalho, ganhou auxílio-doença de R$ 2.000 por 6 meses em 2024. O artigo 20 da Lei 8.213/1991 ajudou – e você?

Regras em 2025: como provar?
O INSS exige perícia com nexo ocupacional (Portaria 28.901/2024): relatórios médicos, testemunhas e registros de estresse no emprego. Casos graves podem virar invalidez, mas o pente-fino rejeita laudos frágeis. Um “não” inicial não é o fim – você tem as provas certas?

Por que isso é urgente agora?
O burnout não espera – ele consome. Em 2025, o INSS está mais atento a doenças mentais, mas exige clareza. Quer transformar esse esgotamento em um benefício que te dê paz? O segredo é agir antes do fundo do poço.

Conclusão: burnout não é o fim da linha
Em 2025, o esgotamento profissional pode ser sua ponte para o INSS – mas exige luta. Um especialista em Direito Previdenciário pode tirar esse peso das suas costas. Por que sofrer em silêncio quando há solução?

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