Entenda o Conceito de Saúde Integral e Sua Relevância Jurídica

Descubra o que é saúde integral, sua importância jurídica e como o conceito influenciará seu acesso a tratamentos completos e multidisciplinares.

Introdução

A saúde integral vai além da ausência de doença, englobando bem-estar físico, mental e social. Esse conceito, consagrado em documentos da OMS e na legislação brasileira, orienta a prestação de serviços de saúde de forma abrangente. Você entende o que é saúde integral e por que ela é relevante juridicamente?

Fundamentação Jurídica

A Constituição e a Lei nº 8.080/1990 enfatizam a integralidade na assistência à saúde, exigindo serviços completos, contínuos e multidisciplinares. A jurisprudência do STF e STJ reconhece a integralidade como parâmetro na análise de casos envolvendo fornecimento de medicamentos, terapias complementares e serviços de reabilitação. O juiz pode exigir que o Estado ou planos de saúde ofereçam uma abordagem holística.

Exemplo Prático

Um paciente com depressão e problemas cardíacos necessita de acompanhamento psicológico e cardiológico simultâneos. Se um plano de saúde se recusa a fornecer psicoterapia, alegando não ser obrigatória, o paciente pode ir à Justiça. Com base no conceito de saúde integral, o juiz determina a cobertura, entendendo que o cuidado multidisciplinar é essencial.

Atualizações Legais e Dados

A abordagem integral está cada vez mais presente em protocolos do Ministério da Saúde e da ANS. Dados indicam que tratamentos integrados resultam em melhor qualidade de vida e menor reincidência de problemas de saúde, refletindo-se nas decisões judiciais.

Chamadas à Ação Suteis

Você sabe se recebe um tratamento integral ou apenas fragmentado? Em caso de negações que prejudiquem sua saúde global, um advogado pode orientar sobre as medidas cabíveis.

Perguntas Frequentes (FAQs)

1. O que é saúde integral?
É a abordagem completa do indivíduo, considerando aspectos físicos, mentais e sociais.

2. O plano de saúde deve oferecer terapias complementares?
Se forem indicadas e necessárias, a Justiça pode obrigar a cobertura, considerando o conceito de integralidade.

3. O SUS garante saúde integral?
Em tese, sim. A integralidade é um princípio do SUS, e a judicialização pode reforçar sua efetividade.

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