A eliminação total das armas nucleares é o grande desafio jurídico e ético do nosso tempo. Mas quais caminhos ainda restam para alcançar esse objetivo?
O TPAN Como Marco Inicial
O Tratado de Proibição de Armas Nucleares (TPAN) já representa uma condenação categórica ao uso, posse, desenvolvimento e ameaça de armas nucleares.
Mas sua eficácia depende de maior adesão e pressão multilateral.
Reforma do TNP e Cumprimento do Art. VI
O TNP deve ser atualizado para incluir prazos concretos e mecanismos obrigatórios de desarmamento. Hoje, as obrigações são vagas, permitindo inércia jurídica.
Criação de Tribunais e Órgãos de Fiscalização Fortalecidos
A proposta de um Tribunal Internacional de Desarmamento ganha força entre juristas, com poder para:
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Julgar violações aos tratados;
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Aplicar sanções;
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Supervisionar destruição de arsenais.
Educação e Mobilização Jurídica
A conscientização sobre o tema nuclear deve entrar nas agendas de ensino jurídico, nas universidades e escolas. A proibição total só será possível com pressão pública e ativismo legal.
O Direito Como Único Caminho Para a Paz Verdadeira
O fim das armas nucleares não é uma utopia, mas uma exigência de sobrevivência. O Direito Internacional é o único instrumento capaz de transformar essa meta em realidade concreta, justa e universal.
