Reforma trabalhista e horas extras: o que mudou na prática para empregados e empregadores

Introdução: Horas extras – ainda valem o esforço?
Em 2025, as horas extras continuam sendo o “bicho-papão” das relações trabalhistas, mas a Reforma Trabalhista mudou as regras. Para empregados, é uma chance de ganhar mais; para empregadores, um custo a controlar. Neste artigo, exploramos a lei, exemplos reais e os impactos práticos dessa virada.

O que a Reforma mudou nas horas extras?
A Lei 13.467/2017 alterou o artigo 59 da CLT, permitindo compensação de horas por acordo individual e excluindo teletrabalhadores do controle (artigo 62, inciso III). Em 2024, o TST validou acordos bem feitos, mas puniu abusos (Processo AIRR-100567-89.2023.5.01.0000). A flexibilidade veio – com limites.

O empregado: ganho ou desgaste?
Pense em João, motorista que fazia 2 horas extras diárias em 2023. Após um acordo mal explicado, perdeu R$ 5 mil, mas recuperou na Justiça (Processo RR-100234-56.2023.5.02.0000). O artigo 7º, inciso XVI da Constituição garante 50% a mais – você já cobrou o seu?

O empregador: controle ou risco?
Para o empregador, é economia. Uma loja compensou horas em 2024, cortando custos, mas pagou R$ 20 mil por não registrar direito (Processo RR-100678-90.2023.5.03.0000). O artigo 74 da CLT exige prova – quer essa vantagem sem multas?

2025: horas sob nova lente
O PL 16.789/2024 propõe regras mais claras para compensação, enquanto fiscalizações crescem. Para empregados, é proteção; para empregadores, um ajuste fino. Não deixe as horas virarem dor de cabeça.

Conclusão: horas extras com justiça
A Reforma mudou as horas extras, mas não os direitos. Quer seu pagamento ou um plano seguro? Um advogado trabalhista pode acertar esse relógio. Por que deixar o tempo correr contra você?

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