Por que a LGPD exige mais do que apenas um software de segurança?

Um software pode parecer a solução mágica para a LGPD, mas, em 2025, a lei cobra muito mais. Empresas que param na tecnologia estão a um passo do erro – e da multa. Por que o básico não basta? Vamos esclarecer isso agora.

O que a LGPD realmente quer?

O artigo 46 da LGPD exige medidas técnicas, sim, mas o artigo 50 vai além: boas práticas e governança. Em 2024, uma loja online confiou só em um antivírus e levou multa de R$ 700 mil – a ANPD viu falta de políticas claras, não de ferramentas.

Limites da tecnologia

Softwares protegem, mas não mapeiam dados (artigo 37) nem treinam equipes. Uma indústria escapou de sanções em 2023 ao combinar tecnologia com capacitação – um vazamento foi evitado por alerta humano. Em 2025, a ANPD espera um sistema completo, não uma peça solta.

O risco de simplificar

Achar que um programa resolve tudo custa caro. Multas (artigo 52) e vazamentos mostram que a LGPD pune quem não pensa o todo. Um caso em 2024: uma empresa caiu por falta de um DPO (artigo 41), mesmo com software de ponta.

Segurança completa

A LGPD pede estratégia, não atalhos. Um advogado especializado pode criar um plano que una tecnologia, processos e pessoas. Quer cumprir a lei de verdade, sem sustos? Talvez seja hora de ir além do software.

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