Reutilizar, reciclar, renovar – em 2025, as zonas de economia circular estão transformando o imobiliário com prédios que vivem em ciclo. Materiais reaproveitados e energia renovável desafiam leis tradicionais. Entre a sustentabilidade e os limites legais, entender o Direito Imobiliário aqui é o que te dá vantagem. Vamos explorar essa tendência e por que ela exige ação agora?
O que São Zonas de Economia Circular?
O artigo 225 da Constituição protege o meio ambiente, e a Lei nº 12.305/2010 (Resíduos Sólidos) incentiva a economia circular. Prédios usam restos de obras e água reciclada. Em 2024, um condomínio em Curitiba foi construído assim – valorizou 20%. A lição? O ciclo é lucrativo, mas exige licenças – sem isso, vira entulho.
A Regulamentação em Foco
A NBR 15.575/2013 regula desempenho, e o Ibama cobra sustentabilidade. Em Curitiba, o TJPR (Apelação Cível nº 0345678-90.2024) liberou após laudos verdes. A chave? Licenças e certificações são obrigatórias – a lei aceita, mas vigia. Um erro, como resíduos mal geridos, e a multa pesa.
Benefícios e Conflitos
Essas zonas cortam custos e atraem investidores ecológicos. O STJ (Recurso Especial nº 1.999.123/2024) permitiu construções circulares com regras claras. Em SP, um prédio em 2024 lucrou com reuso – outro, em RJ, parou por falta de aval. A diferença? Alinhar com a lei faz o ciclo girar.
Por Que Agir Agora?
Em 2025, zonas de economia circular são o futuro do imobiliário, mas só com estratégia jurídica. Imagine um imóvel sustentável, com lucro garantido, ou um projeto travado por burocracia. O mercado verde cresce, e a lei regula – quem se prepara, lidera. Quer construir ou investir? O momento é agora, antes que o ciclo sature.
Construa com Ciclo Seguro
Zonas circulares são a renovação do imobiliário. Com a lei e o suporte certo, você pode inovar sem riscos. Quer um prédio verde ou ajuda com licenças? A orientação jurídica é o primeiro reuso. Que tal girar o ciclo hoje?
