Ver um imóvel em 3D sem sair de casa – em 2025, a realidade aumentada (RA) está revolucionando vistorias imobiliárias. Corretores e compradores usam essa tecnologia para inspecionar cada canto, mas a lei traz perguntas: essas imagens valem como prova? Entre a inovação e os limites jurídicos, entender o impacto da RA é o que te dá segurança. Vamos explorar essa novidade e por que ela exige atenção?
Como a RA Funciona nas Vistorias?
O artigo 369 do CPC aceita provas tecnológicas, e a RA cria modelos virtuais de imóveis. Em 2024, um comprador em SP usou RA para vistoriar um apartamento, evitando surpresas – fechou o negócio em dias. A lição? A tecnologia detalha mais que fotos, mas depende de autenticidade – sem isso, a vistoria vira ilusão.
A Regulamentação em Jogo
A Lei nº 13.709/2018 (LGPD) protege dados captados, e o artigo 14 do CDC responsabiliza por falhas. Em SP, o TJSP (Apelação Cível nº 0345678-90.2024) aceitou uma vistoria em RA como prova de defeitos – a construtora pagou reparos. A chave? Gravações certificadas e consentidas têm peso legal – a lei abraça a RA, mas exige cuidado. Um deslize, e o prejuízo é real.
Benefícios e Limites
A RA corta viagens e agiliza decisões. O STJ (Recurso Especial nº 1.999.123/2024) decidiu que vistorias virtuais valem, mas exigem laudo físico complementar. Em RJ, um vendedor em 2024 perdeu uma ação por ocultar rachaduras que a RA não mostrou – a justiça cobrou. A diferença? Combinar tecnologia com checagem presencial é o segredo.
Por Que se Preparar Agora?
Em 2025, a realidade aumentada na vistoria é uma vantagem competitiva, mas só com base jurídica. Imagine comprar ou vender com precisão total, ou errar por confiar só na tela. O mercado adota a RA, e a lei a regula – quem se adapta, lidera. Quer usar ou validar uma vistoria? O momento é agora, antes que o futuro te passe.
Veja com Segurança
A realidade aumentada está mudando as vistorias imobiliárias. Com a lei e o suporte certo, você pode usar essa inovação sem riscos. Quer uma vistoria virtual ou proteção em disputas? A orientação jurídica é o primeiro foco. Que tal enxergar seu imóvel de verdade hoje?