Judicialização da Saúde Infantil: Quando Recorrer à Justiça para Crianças?

Entenda quando recorrer à Justiça para garantir a saúde infantil. Conheça direitos da criança, cobertura de tratamentos e jurisprudências relevantes.

Introdução

As crianças merecem atenção especial no sistema de saúde, pois estão em fase de crescimento e desenvolvimento. Quando o SUS ou o plano de saúde não fornece o tratamento necessário, a judicialização pode ser a saída. Você sabe quando é adequado recorrer à Justiça para proteger a saúde infantil?

Fundamentação Jurídica

A Constituição, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei Orgânica da Saúde asseguram prioridade à criança no acesso à saúde. A jurisprudência brasileira é favorável a crianças em situação de vulnerabilidade, frequentemente garantindo medicamentos, terapias e procedimentos negados administrativamente. O STJ e tribunais locais têm decidido que o melhor interesse da criança prevalece.

Exemplo Prático

Um bebê com doença congênita necessita de uma fórmula alimentar especial não fornecida pelo SUS. A família, munida de laudos pediátricos, ingressa na Justiça. O juiz, considerando o melhor interesse da criança, determina a disponibilização imediata da fórmula, garantindo o pleno desenvolvimento infantil.

Atualizações Legais e Dados

Dados do CNJ mostram aumento na judicialização de casos infantis, especialmente para tratamentos de doenças raras. O Judiciário tem reforçado a prioridade absoluta da criança na formulação de políticas públicas de saúde.

Chamadas à Ação Suteis

Você sabe se seu filho está recebendo o tratamento adequado? Em situações complexas, um advogado pode avaliar a possibilidade de ação judicial para proteger a saúde da criança.

Perguntas Frequentes (FAQs)

1. Por que a saúde infantil tem prioridade legal?
A lei reconhece a criança como sujeito em desenvolvimento, necessitando proteção especial.

2. O plano de saúde pode negar tratamento pediátrico?
Se for essencial e prescrito por médico, a negativa pode ser considerada abusiva.

3. A Justiça é rápida nesses casos?
Em situações graves, liminares podem garantir o tratamento com urgência, priorizando a saúde da criança.

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