Conceitos Jurídicos Indeterminados: Uma Abordagem pela Teoria Geral do Direito

Introdução

Os conceitos jurídicos indeterminados são uma constante no direito contemporâneo. Termos como “razoável”, “proporcional” e “justo” aparecem frequentemente em normas jurídicas, permitindo flexibilidade na interpretação, mas também trazendo desafios. Este artigo explora como a Teoria Geral do Direito aborda esses conceitos e os utiliza para enriquecer o ordenamento jurídico.

O Que São Conceitos Jurídicos Indeterminados?

Conceitos jurídicos indeterminados são termos que carecem de definição exata, permitindo maior elasticidade na interpretação. O art. 37, caput, da Constituição, ao tratar da administração pública, menciona a “eficiência” como princípio, sem defini-la.

A Necessidade de Flexibilidade no Direito

Esses conceitos são úteis para adaptar o direito às circunstâncias concretas de cada caso. Por exemplo, em ações de guarda de menores, o conceito de “melhor interesse da criança” (art. 227, CF) guia as decisões, mas exige análise detalhada de cada situação.

Desafios e Controvérsias

A indeterminação pode levar a decisões inconsistentes ou arbitrárias, especialmente em casos envolvendo direitos fundamentais. A TGD fornece métodos de interpretação que reduzem a subjetividade, promovendo maior previsibilidade nas decisões.

Conclusão

Os conceitos jurídicos indeterminados são essenciais para a evolução do direito, permitindo flexibilidade e adaptação às mudanças sociais. No entanto, sua aplicação exige cautela e fundamentos teóricos sólidos, reforçando a importância da Teoria Geral do Direito para a prática jurídica.

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