Você já baixou um app sem ler os termos? Em 2025, a LGPD está mudando como os aplicativos móveis lidam com seus dados – e os desenvolvedores que não se adaptam estão em apuros. Como isso afeta esse mercado? Vamos explorar essa revolução digital agora.
O que a LGPD exige dos apps?
O artigo 7º da LGPD exige consentimento claro para coletar dados, como localização ou contatos. O artigo 8º reforça que esse “ok” deve ser específico. Em 2024, um app de delivery foi multado em R$ 1 milhão por rastrear usuários sem permissão – a ANPD não deixou passar.
Adaptação na prática
Apps precisam de pop-ups transparentes e opções de recusa. Um aplicativo de fitness acertou em 2023 ao pedir autorização para cada função – usuários aceitaram, e a ANPD aprovou. Em 2025, com mais fiscalização, segurança (artigo 46) é essencial para quem quer ficar no ar.
O risco de falhar
Apps fora da LGPD enfrentam multas de até R$ 50 milhões (artigo 52) e remoção das lojas virtuais. Um caso em 2024 mostrou um jogo infantil banido por coletar dados de menores sem cuidado (artigo 14). Usuários exigem proteção, e a lei também.
Apps seguros, usuários felizes
A LGPD não trava a inovação – ela a protege. Um advogado especializado pode alinhar seu app à lei, mantendo a usabilidade. Quer um aplicativo que conquiste sem arriscar? Talvez seja hora de ajustar esse toque digital.
