Advogados e o DJEN: Dicas para Não Perder Prazos com o Novo Sistema

A chegada do Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN) como meio exclusivo de publicação e intimação judicial exige mudanças nas práticas de acompanhamento processual dos advogados. A partir de 27 de janeiro de 2025, os profissionais precisarão adotar estratégias eficazes para garantir que nenhum prazo processual seja perdido.

Uma das principais dicas é utilizar ferramentas automatizadas de acompanhamento processual. Softwares especializados podem monitorar as publicações no DJEN em tempo real, enviando alertas para intimações e prazos relevantes. Isso é especialmente útil para escritórios que lidam com um grande volume de processos em diferentes tribunais.

Além disso, é essencial criar uma rotina diária de consulta ao DJEN, garantindo que todas as publicações sejam verificadas com antecedência. Delegar essa tarefa a uma equipe específica ou a um profissional treinado pode aumentar a eficiência e reduzir o risco de erros.

A capacitação sobre o funcionamento do DJEN também é fundamental. Muitos advogados ainda não estão familiarizados com as novas regras e sistemas, o que pode gerar confusões. Participar de cursos, palestras ou treinamentos oferecidos por associações de classe pode ajudar a esclarecer dúvidas e garantir uma transição tranquila.

Por fim, é importante lembrar que intimações feitas por outros meios terão apenas caráter informativo. Isso reforça a necessidade de atenção total ao DJEN, que será o único meio oficial de intimação “não pessoal”. A negligência em acompanhar o DJEN pode resultar na perda de prazos e prejuízo aos clientes, além de possíveis responsabilidades profissionais.

Adotar essas práticas permitirá que os advogados estejam preparados para o novo sistema, garantindo a continuidade de suas atividades e a proteção dos interesses de seus clientes. O DJEN representa um avanço, mas exige adaptação e atenção redobrada.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo