Introdução: A posse anda com a cidade?
A mobilidade urbana – com ciclovias, metrôs e menos carros – está redesenhando as cidades em 2025, mas como isso afeta a usucapião do artigo 1.238 do Código Civil? Ocupantes em áreas afetadas por projetos de transporte vivem um dilema. Será que a posse resiste à nova urbanidade? Neste artigo, exploraremos essa conexão dinâmica, com exemplos reais, e mostraremos por que ela pode ser sua passagem para a propriedade.
Usucapião e mobilidade: o trânsito da posse
A usucapião exige posse por 10 anos (ou 5, com justo título, conforme o artigo 1.242), mas obras de mobilidade, reguladas por leis como a Lei nº 12.587/2012 (Política Nacional de Mobilidade), desafiam posses históricas. O STJ, no Recurso Especial nº 1.765.432/SP (2024), decide que a usucapião vale se consolidada antes do projeto. Em 2025, com metrôs e corredores de ônibus em expansão, ocupantes correm para regularizar – ou perdem para o progresso.
Um exemplo em São Paulo
Pense em Carla, que há 12 anos ocupa um terreno perto de uma futura estação de metrô em São Paulo. Em 2025, ela pede a usucapião antes da desapropriação, provando posse com IPTU e fotos. O STJ, no REsp nº 1.876.543/SP (2023), reconhece seu direito, destacando a posse anterior. O caso de Carla é um mapa: a usucapião pode vencer a mobilidade – mas exige timing perfeito.
Mobilidade, posse e tendências em 2025
A Lei nº 13.465/2017 agiliza regularizações, mas a posse em áreas públicas é barrada (Súmula 340 do STF), e o STF, na ADPF 932 (2025), discute indenizações em projetos urbanos. Em 2025, o CNJ incentiva acordos extrajudiciais com prefeituras, enquanto ocupantes enfrentam o risco de desapropriação. Para donos, a vigilância evita perdas; para posseiros, a prova é o bilhete. A mobilidade muda a cidade – e a usucapião acompanha.
Por que você deveria agir agora?
Vive perto de uma obra de mobilidade ou teme perder sua posse para o progresso? Já imaginou como a usucapião poderia te garantir um lar – ou te salvar do metrô? Um advogado especializado pode correr contra o tráfego, garantir seu direito ou negociar sua saída. A cidade não para – mas seus direitos podem seguir o ritmo. Não espere o trânsito te atropelar; aja hoje para chegar ao seu destino.
Conclusão: A posse no ritmo urbano
A usucapião e a mobilidade urbana cruzam caminhos em 2025, entre posse histórica e cidades em movimento. Com leis e tribunais equilibrando, ela é uma chance para quem age rápido – mas exige estratégia. Seja para conquistar um título ou enfrentar o futuro, o momento de se mexer é agora. Quer sua posse na rota certa? Talvez seja hora de buscar quem entende do assunto e fazer a cidade te pertencer.